Os Imigrantes. Para onde eles irão?
Por Mozart Rosa
Imagem de capa: gerada por Inteligência Artificial
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Em 2018 antes de iniciarmos essa sequência de textos publicados, já alertávamos a parlamentares da ALERJ, da importância da reativação das ferrovias. Não só pelos aspectos econômicos evidentes, mas já prevíamos uma enorme imigração de Judeus europeus para Israel, Estados Unidos ou o Brasil. E europeu adora andar de trem.
Tudo decorrente da Islamização acelerada da Europa que no caso da Inglaterra já apresenta aspectos irreversíveis.
Vamos primeiro entender a importância que os imigrantes europeus que no início do século chegaram ao Brasil. Todas, absolutamente TODAS as cervejas produzidas no Brasil tiveram um imigrante alemão como responsável, apenas uma marca de cerveja produzida no Brasil não teve um imigrante alemão como responsável, a Cervejaria Hofbauer, localizada em Juiz de Fora, cerveja essa criada por missionários redentoristas holandeses.
Quando falamos de embutidos ou queijos, temos a presença maciça de imigrantes Italianos na criação de fabricas tradicionais do segmento, nossa indústria metalomecânica foi fortemente influenciada por imigrantes alemães e Italianos, somos com muito orgulho um país de imigrantes.
Lorenzetti, Tramontina, Matarazzo, Lupo, Randon, Wickbold, Gerdau, karsten. Sobrenomes que viraram empresas e fizeram muito pelo Brasil.
E infelizmente por incompetência dos governos nomeando pessoas despreparadas, estamos deixando passar essa nova leva de imigrantes europeus, gente extremamente qualificada que estão indo para Israel ou Estados Unidos por conta dessa decadência da Europa.
Jornais europeus de forma bem sutil já noticiam essa debandada.
E o Trem o que tem a ver com isso?
Como já citamos anteriormente, essas pessoas gostam de viajar de trem e no Brasil sabemos das deficiências do transporte ferroviário.
O antissemitismo hoje extremamente forte na Europa e nos Estados Unidos ainda é fraco no Brasil.
O Brasil está perdendo a oportunidade de dar acolhida a esse pessoal. Pessoas cultas, preparadas, inteligentes, que fariam enorme diferença dando o melhor de si para melhorar o Brasil.
Como diria Roberto Campos: O Brasil não perde a oportunidade de perder a oportunidade.
