Passarela sobre via férrea em Nova Iguaçu permanece interditada e sob acompanhamento técnico
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✍️ Redação Trilhos do Rio, com informações da CENTRAL Logística e do perfil Rancho Novo Oficial no Instagram
📆 27/02/2026
⏱️ 12h51
📷 Divulgação CENTRAL Logística
A Central Logística informou, em 11 de fevereiro de 2026, que o presidente da companhia, acompanhado de equipe técnica, realizou fiscalização na passarela localizada em Nova Iguaçu, em cooperação com a Secretaria Municipal de Transporte.
A vistoria teve como objetivo avaliar a evolução dos problemas estruturais previamente identificados na estrutura, que permanece interditada. Segundo a empresa, já há processo administrativo em andamento para viabilizar a recuperação do equipamento.
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De acordo com o relatório técnico mais recente, a passarela apresenta condições estruturais que permitem sua recuperação, estando as equipes responsáveis acompanhando as etapas necessárias à elaboração e futura execução das intervenções.
Histórico do incidente
A interdição da passarela ocorreu após incidente registrado em 22 de abril de 2025, quando parte da estrutura se desprendeu e atingiu o para-brisa de um trem que trafegava pela via férrea nas proximidades do centro da cidade, em frente ao Motel Beverly Hills.
O impacto provocou apreensão entre os passageiros, mas não houve registro de feridos. A circulação ferroviária foi temporariamente afetada para avaliação das condições de segurança.
Na ocasião, equipes da concessionária SuperVia e da Defesa Civil municipal foram acionadas para inspeção emergencial da estrutura.
Situação atual
A passarela é amplamente utilizada por moradores e usuários do sistema ferroviário, desempenhando papel relevante na travessia segura sobre a faixa de domínio. Desde o incidente, a estrutura permanece fechada ao público como medida preventiva.
Segundo a Central Logística, os estudos técnicos indicam viabilidade de recuperação, estando em curso os procedimentos necessários para definição das soluções de engenharia e dos trâmites administrativos correspondentes.
O caso evidencia a necessidade de monitoramento contínuo e manutenção preventiva de estruturas localizadas em áreas ferroviárias, especialmente aquelas com elevado fluxo de pedestres e inseridas em contexto urbano consolidado.
