VLTs de Macaé têm destinação definida

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✍️ Redação Trilhos do Rio
📅 02/05/2025
🕚 13h51
📷 Daddo Moreira, 2012

 




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Após constatar que seria inviável, do ponto de vista técnico e econômico, operar o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) no município, a atual administração decidiu dar uma nova destinação às composições que estavam paradas. No leilão realizado em 19 de fevereiro de 2025, as duas unidades do VLT foram arrematadas pela Secretaria de Infraestrutura do Ceará por R$ 4 milhões. O transporte dos veículos ficará sob responsabilidade do estado comprador.

 

Desde 2021, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana vinha buscando uma solução para o destino das composições, evitando que se deteriorassem com o tempo. Durante esse período, manutenções preventivas foram feitas com o objetivo de preservar os equipamentos.

 

Segundo o secretário Jayme Muniz, a prefeitura chegou a estudar a possibilidade de viabilizar o uso do VLT. No entanto, após análises técnicas e consultorias especializadas, ficou claro que a reativação demandaria um investimento entre R$ 150 e R$ 200 milhões apenas em infraestrutura. Isso tornaria a tarifa do transporte extremamente alta, girando em torno de R$ 26 por passageiro, o que inviabilizaria o projeto.

 

Atendendo também a uma recomendação do Ministério Público, outras tentativas de leilão haviam sido realizadas anteriormente, mas não obtiveram interessados. Somente este ano houve sucesso na venda. Agora, o valor arrecadado será aplicado em outras áreas do município. Muniz concluiu destacando que, apesar da venda, a secretaria continuará promovendo melhorias na mobilidade urbana para beneficiar a p opulação.

 

 

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    O Departamento de Pesquisas e Projetos Trilhos do Rio surgiu como um grupo de amigos, profissionais, entusiastas e pesquisadores ferroviários que organiza, desde o ano de 2009, eventos, atividades e pesquisas, tanto documentais quanto em campo, sobre a história e patrimônio ferroviário do estado do Rio de Janeiro, com o objetivo de resgatar, preservar e divulgar a história e memória dos transportes sobre trilhos fluminenses.
    Entre os anos de 2014 e 2021 fomos formalizados como uma ONG, a Associação Ferroviária Trilhos do Rio, e desde 2024 fazemos parte, como um departamento, da Associação Ferroviária Melhoramentos do Brasil

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