Proposta Trilhos do Rio para a nova Estrada de Ferro Melhoramentos

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✍️ Mozart Rosa
📅 14/06/2025
🕚 12h00
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O desenvolvimento econômico do estado do Rio de Janeiro passa pela reconstrução de sua malha ferroviária e pela integração econômica com o estado de Minas Gerais, não poderemos fugir disso, qualquer outra opção é inviável, não estamos propondo novidades, era assim no início do século.

Dentro deste contexto a ferrovia mais importante a ser reconstruída/construída é a Estrada de Ferro Melhoramentos/Ferrovia Centro Sul Fluminense, dada a sua possibilidade de integração com regiões do estado de Minas Gerais fontes de recursos a serem exportados e importadora de diversos recursos fornecidos pelo nosso estado.
Bem vindos a mais um artigo exclusivo Trilhos do Rio.
Agradecemos a visita e desejamos a todos uma excelente leitura!


Estrada de Ferro Melhoramentos/Ferrovia Centro Sul Fluminense
Fases para reconstrução/construção

O que propomos abaixo é por meio de uma parceria entre governo e empresários que a ferrovia seja reconstruída/construída, com um novo concessionário privado sendo ele responsável pelas obras e pela operação da ferrovia cabendo ao governo o que deve ser de sua responsabilidade, que são eventuais desapropriações e remoção de invasões da faixa de domínio ferroviário.

Apresentaremos abaixo nossas propostas para início das obras de reconstrução/construção dessa ferrovia:

Fase 1:

Japeri x Miguel Pereira x Paty do Alferes

Trata-se da reconstrução de parte importante de um sistema ferroviário, extinto de forma criminosa, e com a aquiescência do governo, reconstrução essa feita com a participação do empresariado algo inédito em nosso estado nos últimos 100 anos onde prevaleceu durante esse tempo a participação desastrosa do estado principalmente nos últimos 40 anos via RFFSA, responsável pela destruição de todo o sistema.

Entre as diversas medidas visando a reindustrialização e a alavancagem econômica do estado do Rio de Janeiro, a reconstrução pelos empresários de algumas ferrovias destruídas no passado é uma delas e a reconstrução da antiga E.F. Melhoramentos com nova roupagem, agora chamada de Ferrovia Centro Sul Fluminense é talvez a maior delas.

O objetivo é em etapas reconstruir essa ferrovia, chegando até Três Rios e eventualmente chegando à Além Paraíba, ambas cidades onde prevemos em futuro que essa ferrovia se conecte a ferrovias vindas de Minas Gerais.

É fundamental que o governo do estado do Rio de Janeiro mostre tudo isso ao governo mineiro. É fundamental também que quem ler esse artigo entenda a história da região e o que aconteceu com as ferrovias. O real motivo de sua destruição.

Nessa fase inicial defendemos a reconstrução do trecho Japeri x Miguel Pereira x Paty do Alferes, passando pela serra da Viúva, com a construção em Japeri de galpões para oficinas e guarda dos trens, com o uso das composições a diesel produzidas pela Marcopolo.

Essa fase inicial reconstruída serviria para o início das operações da empresa operadora do trecho, treinando pessoal, apresentando esse novo e inédito serviço ao usuário e transportando passageiros e cargas da estação de Japeri a ser construída para a estação de Miguel Pereira. Com início de um pequeno faturamento, além de servir como propaganda e comprovar junto à população e ao comércio local a seriedade do empreendimento.

Embora a população de Miguel Pereira seja de apenas 26.582 habitantes (dados do IBGE de 2022) e a de Paty do Alferes seja de 29.619 pessoas (dados do IBGE de 2022) totalizando 56.201 habitantes, é possível um uso satisfatório de eventuais composições ferroviárias tendo em vista os atuais e futuros atrativos turísticos dessas cidades, além de eventuais novos moradores.

Essa fase seria fundamental para o turismo atualmente crescente em Miguel Pereira por conta de iniciativas como o Parque dos Dinossauros e a Cidade da Bíblia.

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Imagem: divulgação
Jardim de uma casa O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.
Imagem: divulgação

Não dispomos do número de passageiros passíveis de uso desse trecho, mas muito provavelmente crescerá com a implantação de novas atrações futuras na região.

A reconstrução desse trecho não deverá ser feita exatamente por onde passou no passado a E.F. Melhoramentos, mudanças deverão ser feitas considerando a evolução urbana dos últimos anos, inicialmente no município de Japeri.

A previsão aqui é de um trecho com aproximadamente 45 Km de linha, de Japeri até Governador Portela.

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Os custos de construção desse trecho não podem ser comparados aos custos de construção de empresas como MRS, Rumo Logística, ou VLI Logística, isso tem inviabilizado novos projetos ferroviários que nada tem a ver com o transporte de granéis efetuados por essas empresas.

Interessados leiam nossa postagem sobre custos de construção.

Qual o custo de construção de ferrovias no Brasil?

Fase 2:

Japeri x Gramacho passando pela reconstrução do novo trecho São Bento x Ambaí

Aqui com a reconstrução desse trecho temos a possibilidade de um aumento significativo do uso dessa futura linha, onde além dos passageiros com destino a Miguel Pereira, partindo de Gramacho, temos trabalhadores moradores de Japeri que podem se interessar em utilizar esse novo modal para alcançarem Duque de Caxias e posteriormente o centro do Rio de Janeiro e vice-versa, aqui a nova concessionaria pode prever com o decorrer do tempo o uso de composições ferroviárias de uso urbano da Marcopolo, além de estações, intermediárias, que atendam a população local.

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Esse é um trecho que pode com o tempo pelo volume de passageiros ser eletrificado. Prevemos aqui que com o tempo um aumento significativo de passageiros, talvez em um prazo de 10 anos.

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Atentem para o seguinte fato. Estamos propondo o uso de composições a diesel, por ter menor custo de implantação e por serem composições modernas e extremamente econômicas, com um custo de implantação muito menor do que composições elétricas.

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Veículo produzido pela Marcopolo Rail
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Sugestão de Adesivagem

Esclarecimento Importante

Para que qualquer proposta de retorno das ferrovias funcione, alguns parâmetros precisam ser obedecidos:

Bitola métrica – A ferrovia mais eficiente do Brasil é a Estrada de Ferro Vitória-Minas, construída em bitola métrica. O uso da bitola larga em novos projetos, além de encarecer absurdamente a obra, não tem qualquer amparo técnico. Pesquisem o que dizia Paulo de Frontin sobre o assunto e pesquisem nossa série de postagens sobre a Guerra das Bitolas. Fora isso, qualquer predileção pela bitola larga decorre da falta de conhecimento de quem propõe ou por pura paixão.

Composições a Diesel – Gostaríamos muito, mas não somos patrocinados pela Marcopolo, apesar de citá-la com frequência. No passado, citávamos bastante também a empresa Bom Sinal, mas essa encerrou suas atividades. Não é viável implantar composições elétricas em trechos ermos como os que existem em diversas ferrovias propostas por nós, esses trechos estarão sujeitos a vandalismo. Além disso, o custo de construção quase duplica quando incluímos nos custos a construção de subestações e rede aérea. Aos ecologistas de apartamento informamos que essas composições transportam o dobro do que transporta um ônibus rodoviário usando o mesmo motor, além de utilizarem motores modernos com um índice de emissão de poluentes muito menor que no passado.

Parâmetros construtivos a serem utilizados – Estamos propondo algo inédito no Brasil. Ferrovias mistas transportando passageiros, pequenas cargas, lixo, eventualmente granéis além de como forma de aumento de seu faturamento, locar a faixa de domínio para empresas de telecomunicações passarem cabos de fibra ótica para Internet. A proposta é que essa nova empresa ferroviária transporte cargas com peso específico infinitamente inferior ao que é normalmente transportado pela MRS. Querer fazer qualquer tipo de comparação beira o ridículo.

 

Fase 3:

Gramacho x Estação Leopoldina

Portal Rio

Temos aqui a reconstrução do que chamamos de Portal Rio, trecho criminosamente destruído por membros do governo do estado do Rio de Janeiro incapazes de compreender a importância desse trecho que colocaria futuros passageiros no centro do Rio de Janeiro, tremenda falta de visão.

A estação Gramacho passa a ser um Hub de transportes, podendo ser ponto de partida do Expresso Carioca serviço de aeromóvel, proposta já apresentada pela equipe Trilhos do Rio. Os serviços a serem explorados aqui nessa linha são inúmeros:

  • Trem expresso ligando Gramacho e Duque de Caxias ao centro do Rio de Janeiro.
  • Trem expresso ligando Japeri e imediações ao centro do Rio de Janeiro, nesse traçado alternativo.
  • Trem ligando Japeri e imediações a Duque de Caxias e imediações.
  • Acesso a Miguel Pereira e Região via estações da Leopoldina, Penha e Gramacho.

Lembrando que todos esses serviços têm a estação da Penha como parada.

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Alguém consegue mensurar os benefícios para a população em geral dessa oferta de serviços?

Postagem sobre o Expresso Carioca.

Expresso Carioca: o Aeromóvel do Rio de Janeiro

 

Fase 4:

Opção 1: Governador Portela x Vassouras x Valença

Opção 2: Miguel Pereira x Paraíba do sul

Temos aqui uma situação a ser decidida pelo futuro concessionário. O que será mais compensador inicialmente? Estender a linha até Paraíba do Sul ou optar em reconstruir a linha até Valença e Vassouras?

Essa escolha tem de ser da empresa concessionária e pela proposta apresentada, de ninguém mais.

Não significa que o trecho até Paraíba do Sul será abandonado, será apenas postergado ou utilizado para outros fins.

Fatores como números previstos de passageiros, volume de cargas transportadas tudo deverá ser levado em conta pelo próprio concessionário que será o responsável por pesquisar esses números.

Caso a concessionária opte pela opção 2, reconstruir o trecho Miguel Pereira x Paty do Alferes x Paraíba do Sul, será preciso construir uma linha nova que não passe pelo centro de Miguel Pereira, por onde passarão futuros trens de carga indo e vindo de Minas Gerais.

Apresentamos abaixo vídeo com o sistema Arch Loch para construção de túneis, indicado para a construção de túneis atravessando Miguel Pereira.

Opção 1

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Opção 2

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Uma análise grosseira dos números envolvendo as opções 1 e 2 mostra uma potencialidade comercial maior da opção 1 para construção imediata da ferrovia. Vassouras tem uma população de 33.976 habitantes (dados do IBGE de 2022) e a de Valença de 68.088 habitantes (dados do IBGE de 2022), um total de 102.064, população bem maior do que a do município de Paraíba do Sul, 42.063 habitantes (dados do IBGE de 2022), considerando não apenas passageiros, mas pequenas cargas e lixo sendo uma dessas cidades Valença ou Vassouras, propicias a construção de uma usina de lixo para a geração de energia elétrica, sendo assim a construção imediata da opção 1 se torna bem mais atrativa do que a opção 2, embora a opção 2 com mais 14 Km chegue a Três Rios, cidade 82.300 habitantes (dados do IBGE de 2022), onde prevemos a conexão com ferrovias que venham do estado de Minas Gerais.

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O futuro de Três Rios com a reconstrução dessa ferrovia é voltar ao seu passado de glória, pois embora a construção da opção 1 possa ser imediata a opção 2 não será deixada de lado tendo em vista as potencialidades comerciais futuras que essa expansão/conclusão pode propiciar. Três Rios é outra cidade propicia a construção de uma usina de lixo.

Quadro comparativo de populações, IDH e orçamento dos municípios da região:

Município População IDH Orçamento 2024
Valença 68.088 0,738 R$ 453.711.273,69
Vassouras 33.976 0,714 R$ 272.701.886,00
Miguel Pereira 26.682 0,745 R$ 220.100.412,58
Paty do Alferes 29.619 0,671 Não Encontrado
Paraíba do sul 42.063 0,702 Não Encontrado
Três Rios 82.300 0,725 R$ 555.481.350,00

Os valores de IDH são de 2010, os de população são de 2022 e os de orçamento são de 2024, todos a partir de informações do IBGE.

A partir de uma análise crua dos dados acima, observa-se que a opção mais coerente é a da construção de linhas, inicialmente que privilegiem os municípios de Valença e Vassouras, não descartando-se em futuro a extensão das linhas até o município de Paraíba do Sul visando uma conexão ao município de Três Rios

Fase 5:

Paraíba do Sul x Três Rios x Além Paraíba

Informações Complementares

Aqui concluímos a reconstrução dessa ferrovia que poderá impactar bastante o desenvolvimento econômico do Estado do Rio de Janeiro e do Estado de Minas Gerais, sendo a única ligação ferroviária de Minas Gerais a alcançar o Rio de Janeiro e eventualmente portos de nosso estado.

Propomos que, além de passageiros, ela transporte pequenas cargas como no passado, eventualmente granéis vindos de Minas Gerais lixo e use sua faixa de domínio para passagem de cabos de fibra ótica para Internet, no caso do lixo a construção de eventuais usinas construídas em Três Rios, o maior município por onde ela passara no estado do Rio de Janeiro.

Novamente lembramos a importância de um workshop para apresentação dessas propostas, não apenas aos empresários do setor rodoviário, mas a empresas de logística.

O que é um plano de negócios? O modelo Chico Recarey

A chegada ao município de Além Paraíba tem razão estratégica. Poderá transportar cargas vindas de municípios mineiros atendidos pelo que restou da antiga E.F. Leopoldina, como no passado, transporte esse que deu início à E.F. Leopoldina. Além obviamente de passageiros da região para a capital de nosso estado.

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Além Paraíba é um município mineiro, e o trecho Três Rios x Além Paraíba atualmente a partir de resolução do DNIT, está de posse da ONG Amigos do Trem. É possível um acordo comercial entre a nova concessionária e a ONG para a transferência do trecho.

O trecho ligando Japeri a Três Rios todo ele em território do estado do Rio de Janeiro pode ser concedido pelo governo de nosso estado.

Um artigo aqui do site Trilhos do Rio já apresentou anteriormente propostas para reativação do tráfego ferroviário de cargas e passageiros na região por meio da reativação de antigas ferrovias que chegavam a municípios do Noroeste do estado do Rio de Janeiro, um deles é Santo Antônio de Pádua.

Além Paraíba seria um município chave dentro dessas propostas, podendo a partir desse município se chegar ao Porto de Açu. Leiam o texto sobre isso já publicado aqui no site.

Projeto Trilhos do Rio III – A Ferrovia da Serra do Mar (parte 1)

Projeto Trilhos do Rio III – A Ferrovia da Serra do Mar (final)

Caberá ao governo do Estado do Rio de Janeiro, custear os projetos para implantação dessa ferrovia por etapas como mostrado aqui. Recomendamos que o governo do estado faça workshops para apresentar essas propostas ao empresariado e não faça como tem sido comum nas entranhas do estado, fazer projetos sem apresentá-los aos verdadeiros interessados.

Recomendamos a leitura de nosso texto abaixo:

Workshop corporativo, o que isso tem a ver com ferrovias?

Nesses projetos deverá constar além do custo de construção dos trechos propostos, provável demanda de passageiros e carga por trecho, além do provável prazo de construção.

A restauração dessa ferrovia, como propomos aqui, possibilita o início do uso dos veículos de serviços a serem prestados pelo estado, veículos propostos pela equipe Trilhos do Rio.

Trem em trilhos O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.

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Trem com frente amarela nos trilhos O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.

O Rio de Janeiro não tem apresentado, por meio de seus governantes, nos últimos anos políticas consistentes de desenvolvimento econômico. Quando o fazem, são propostas ineficazes sem efeito prático. Nós aqui estamos apresentando uma proposta que trará desenvolvimento e qualidade de vida para as populações beneficiadas, e o mais importante, uma proposta baseada no investimento do empresariado.

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Faremos novamente aqui uma pergunta que tem se tornado corriqueira em nossas propostas. As propostas apresentadas até hoje por diversos ditos “especialistas” foram ineficazes. Não seria o momento de se pensar em adotar as nossas?

Todo o exposto aqui só vai funcionar se algum empresário do setor rodoviário resolver investir nessa proposta, onde além do transporte de passageiros poderá transportar pequenas cargas, além de lixo para usinas de geração de energia elétrica com a queima de lixo, usinas essas onde poderá ser socio de empresas estrangeiras que detém essa tecnologia.

E só vai funcionar se o governo mineiro comprar essa ideia.

Como curiosidade publicamos abaixo um desenho esquemático com diversas ferrovias que fazem divisa com o estado de Minas Gerais.

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Abaixo desenho esquemático da Ferrovia Centro Sul Fluminense/E.F. Melhoramentos.

TrechoCompleto

█████ Trecho Duque de Caxias – Gramacho – São Bento
█████ Trecho São Bento – Ambaí
█████ Trecho Japeri – Governador Portela
█████ Trecho Governador Portela – Vassouras (Opção 1)
█████ Trecho Governador Portela – Paraíba do Sul (Opção 2)
█████ Trecho Paraíba do Sul – Além Paraíba
█████ Trecho existente e operacional (EF Melhoramentos e EF Central do Brasil)

 

Conclusões

A reconstrução dessa ferrovia, sem que no estado de Minas Gerais novas ferrovias sejam reconstruídas para conexão com ela, será absolutamente inútil. Essa ferrovia, sozinha reconstruída em sua extensão total, não gerará lucro que compense o investimento, ela só justifica sua reconstrução em sua plenitude contando com cargas vindas de Minas Gerais.

Recomendamos a leitura de nossa postagem contando a história do “Sr. X” e do “Sr. Y” para a compreensão do exposto.

O Sr. X e o Sr. Y

Informações Extremamente Importantes

Já alertávamos desde 2018 que as políticas progressistas, incluindo a imigração desenfreada, trariam inúmeros problemas econômicos e sociais para a Europa, e isso está mais evidente do que nunca atualmente, em 2025, quando publicamos esse artigo.

Alertávamos que isso levaria a um grande êxodo de europeus para os Estados Unidos e que deveríamos entender o retorno das ferrovias como mais um vetor para o desenvolvimento econômico e o trem de passageiros para cidades afastadas como forma de incentivar essas pessoas a fixarem residência no Brasil, em cidades do interior do Rio de Janeiro, e até turismo dessas pessoas considerando estarem familiarizados com o uso dos trens.

Lamentavelmente, não fomos ouvidos. Mas ainda não é tarde. A reconstrução/Construção dessa ferrovia que propomos, dará acesso a alguns municípios, destacando-se Miguel Pereira, onde a prefeitura com a participação de empresários locais do setor, pode incentivar a construção de moradias de alto padrão para esses potenciais novos moradores e fazer propaganda sobre isso.

Valença e Vassouras, também podem se beneficiar disso.

Ferrovias são fonte de atração de investimentos, esses são mais um deles.

Aos interessados recomendamos a leitura das seguintes postagens aqui do site:

Ferrovia Centro Sul Fluminense 1 e 2

Projeto Trilhos do Rio II – Ferrovia Centro-Sul Fluminense (1)

Projeto Trilhos do Rio II – Ferrovia Centro-Sul Fluminense (2)

Recuperação da estação Leopoldina

Portal Rio – Reativando a estação Leopoldina

Propostas Trilhos do Rio do trem para Petrópolis

[EXCLUSIVO] A proposta do trem para Petrópolis feita pela AFTR

O trem pra Petrópolis e tudo que vem junto com ele

Texto onde mostramos o desastre que vai representar o uso do terreno da estação Leopoldina para outras funções que não sejam as ferroviárias.

A estação Barão de Mauá e a terceira linha do Metrô em Acari

Texto mostrando como a logística atual é medíocre

Logística no Rio de Janeiro, por que é tão ruim?

Proposta de uso para a bitola métrica sendo atualmente operada pela Supervia.

Resumo e proposta p/a Bitola Métrica nas linhas da Supervia

Proposta onde mostramos a viabilidade de retorno do trem regional de passageiros no Brasil.

A volta dos Trens Regionais de passageiros no Brasil: nossa proposta para o tema

Nossa proposta para o direito de passagem.

Plano de Negócios III – Direito de passagem

Nossa mais importante e maior postagem mostrando as possibilidades de integração econômica do Rio de Janeiro e de Minas Gerais e de como essa parceria pode beneficiar os Mineiros e os Fluminenses.

Plano de negócios II – Primeira parte

Plano de negócios II – Parte final

Agradecemos aos que chegaram até aqui

Autor

  • Mozart Rosa

    Iniciou sua carreira profissional em 1978 trabalhando com um engenheiro que foi estagiário da RFFSA entre 1965 e 1966, que testemunhou o desmonte da E.F. Cantagalo e diversas histórias da Ferrovia de Petrópolis. Se formou Engenheiro Mecânico pela Faculdade Souza Marques em 1992, foi secretário-geral Trilhos do Rio no mandato 2017-2020 e atualmente ocupa o cargo de redator do site, assessor de contatos corporativos e diretor-técnico.

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