Entrevista com Nélio Barbosa, escoteiro ferroviário (1945~1949)
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✍️ Daddo Moreira, com informações de André Torricelli, do Centro Cultural do Movimento Escoteiro
📆 10/09/2024
⏱️ 10h32
📷 Fábio Neiva, LIS Brasil

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Escotismo Ferroviário, o que é?
Segundo informações extraídas do blog 4º Distrito Escoteiro – Escoteiros do Brasil – RS, “o Escotismo Ferroviário surgiu no Brasil, nas décadas de 1920 e 1930. Previa-se a instalação de Grupos Escoteiros nas estações de trem, urbanas ou suburbanas. Alguns grupos foram abertos no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, nos ramais da Estrada de Ferro Central do Brasil e, ao que parece, tiveram vida curta, com exceção do RJ/GE Alcindo Guanabara (antes nomeado Grupo Light, por ser patrocinado pela empresa de energia elétrica do Rio de Janeiro). Esse GE existiu no período de 1926 (mais ou menos) até a década de 90.
Um dos seus expoentes era o Chefe Gabriel Skinner, Tapir de Prata, e de grande atuação no escotismo nacional nas décadas de 1930-40.”
O escotismo ferroviário é uma vertente do movimento escoteiro que se dedicava ao estudo e à prática das atividades relacionadas ao ferrovia, promovendo o conhecimento das operações e a importância das ferrovias na vida cotidiana. Durante a década de 1940, período de grande transformação e desenvolvimento no Brasil, esses jovens exploradores não só aprendiam sobre o funcionamento das locomotivas e trilhos, mas também participavam ativamente de atividades que visavam preservar e promover o transporte ferroviário.
Recentemente recebemos um contato que enriquece nossa compreensão sobre o Escotismo e sua relação com as ferrovias. André Torricelli, do Centro Cultural do Movimento Escoteiro (nossa mais recente parceria), nos enviou material sobre o assunto, com destaque para uma entrevista com um escoteiro, atuante na década de 1940, abordando a prática do escotismo ferroviário, confiram abaixo!
Este material não apenas ilumina uma faceta fascinante do escotismo, mas também ressalta a importância histórica e cultural do transporte ferroviário no Brasil. A entrevista revela detalhes de como os escoteiros daquela época se engajavam com o mundo ferroviário, e a relação das companhias ferroviárias com os grupos de escoteiros, algo praticamente inexistente nos dias de hoje.
Interessante mencionar que, quando o DPP Trilhos do Rio foi formalizado como Associação Ferroviária em 2014, uma das primeiras iniciativas mencionadas pelo nosso secretário-geral Carlos Assis, era a ocupação e aproveitamento de antigos mobiliários ferroviários, como estações, postos telegráficos e paradas ferroviárias, por grupos de escoteiros.

A parceria com o grupo de escotismo e a divulgação desse vídeo representa uma oportunidade valiosa para resgatar e preservar essa herança. Este projeto também reforça nosso compromisso com a pesquisa e a promoção da cultura, notadamente ferroviária, integrando o conhecimento histórico com nossas iniciativas atuais. Através dessa colaboração, esperamos fomentar uma maior conscientização e apreciação pelo legado ferroviário e a história do Escotismo, enquanto continuamos a desenvolver propostas e projetos que assegurem a preservação e a revitalização das ferrovias no nosso estado.
Acesse o site do Centro Cultural do Movimento Escoteiro, clicando neste link
